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terça-feira, 19 de julho de 2011

Retro-Crítica
Regresso ao Futuro - Parte III

     E a trilogia fica completa com uma visita aos westerns, numa direcção bem diferente daquele visto nos últimos dois filmes. Após Doc. Brown ter desaparecido do nada quando atingido por um raio, Marty recebe passado poucos minutos uma carta que estava guardada para ele há 100 anos! Marty recorre então ao Doc. daquele tempo presente, pois o primeiro ainda estava no ano de 1975 do primeiro filme. A partir daí, os dois descobrem o DeLorean escondido enviando Marty para os westerns com o objectivo de salvar Emmett que supostamente iria morrer vítima de um tiro.

     Chega assim ao fim uma das minhas - e de muita gente - trilogias preferidas que tanto sucesso teve, infelizmente não se conseguiu manter a mesma qualidade nos três capítulos mas ainda assim e apesar de este terceiro ser o "piorzinho", não destoa a junção que Steven Spielberg e os seus companheiros fizeram e que ainda hoje é referenciado em diversos segmentos, como o mais recente jogo que segue a história a partir do final ou do videoclip da banda Owl City. 

     E porque nem tudo pode ser bom, com a doença de Michael J. Fox (Marty) que sofre de Parkinson, os filmes vieram ajudar e muito à sua organização com merchandising vendido e a passagem de novo pelos cinema dos filmes com o intuito de ajudar quem sofre da doença. Por isso Regresso ao Futuro vai para além de toda a sua fama assentando num trono que bem lhe pertence, no coração da maioria.

Classificação:

terça-feira, 28 de junho de 2011

Retro-Crítica
Regresso ao Futuro - Parte II

    Após o regresso à suposta normalidade de 1985, Marty McFly (Michael J Fox) e Emmet Brown (Christopher Lloyd), regressam neste capitulo intermédio da trilogia. Apesar de algumas alterações, para melhor, Doc Brown que tinha ido para o futuro, regressa para vir buscar Marty e a sua namorada Jennifer, pois supostamente um evento que destruiria a sua família teria de ser evitado, mas tudo se torna mais complicado quando Biff descobre o DeLorean e juntamente com um Almanaque que trazia os resultados desportivos de 50 anos, rouba a máquina do tempo sem que ambos os protagonistas se apercebam.

    Dando o livro a si próprio no passado, acaba por criar uma realidade paralela que passa a ser a realidade de Marty e Doc quando, estes, após a missão cumprida, regressam para 1985 para descobrir que Biff se tornou multi-milionário, deixando tudo num caos criando um mundo de crime e corrupção. E mais uma vez, começa a segunda aventura, tentando no passado, de novo em 1955 tentar recuperar o almanaque, desta vez com ainda mais perigos devido a nesse mesmo ano estarem dois Martys e dois Docs.

     O mais engraçado nisto tudo é que apesar do intervalo de quatro anos entre o primeiro (1985) e o segundo (1989) e de um ano entre este último e o capitulo final (1990), não se apercebe que Marty mal tem descanso, pois na realidade as três aventuras são sempre seguidas, mas isso ficará para a última crítica desta trilogia. Este pode não ter sido tão bom quanto o primeiro, mas a nível de entretenimento foi equivalente, com um seguimento perfeito da história, com os tais pequenos pormenores de que já falei que fazem a diferença e de que não foram esquecidos. Venha então o último com uma viagem bem diferente até aos westerns.
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domingo, 19 de junho de 2011

Retro-Crítica
Regresso ao Futuro - Parte I

     Ah! Mas que bom fazer uma viagem no tempo até à altura em que a cada semana, maioritariamente, saia um bom filme. A Retro-Crítica será de todo igual às criticas normais, contendo apenas a mais a componente de ser de filmes de outra geração, comecemos então pela trilogia criada por Steven Spielberg, com Michael J Fox e Christopher Lloyd como cabeças de cartaz.

     Começando então pelo inicio, a primeira parte estreou com um tema futurista para a sua altura (1985) sobre um cientista que criou uma máquina do tempo, a partir de um carro, um DeLorean, um carro de sonho que ninguém recusaria certamente. O cientista, Emmett Brown mais o seu amigo Marty McFly, testam então o carro, mas na altura em que "Doc" Brown iria para o futuro é atacado por libaneses devido ao plutónio que este usa para pôr o fluxo que permite o veículo viajar no tempo, sendo atingido a tiro, deixando Marty sozinho com a única alternativa de entrar para o carro e sem que se aperceba volta para o passado, para 1955 onde fica sem plutónio.

     Recorre então ao Doc Brown daquela altura para o ajudar, pelo caminho as suas acções têm consequências graves para o futuro e é ai que Marty terá de tentar pôr tudo como estava antes até ao dia em que um relâmpago cairá na torre do relógio, cujo fenómeno dará energia suficiente ao DeLorean para que Marty possa voltar ao ano de 1985, numa corrida contra o tempo pelo próprio tempo.

     Ainda hoje, esta primeira parte, faz furor e nem à duas semanas revi mais uma vez e já sem conta esta trilogia, e em todas as vezes, sempre me fascina, com efeitos, e uma ideia e banda sonora excelentes, e à medida que a história avança é profundamente gostoso ver pequenos pormenores influenciarem cada cena alterando ou vendo através dos próprios protagonistas o que estes já vieram. Esta Retro-Crítica continua com a segunda parte da trilogia num futuro próximo.

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